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Posted by admin on junho - 14 - 2017 | 0 Comment

Quando você acha que nós, seres humanos, começamos a nos comunicar?

Quando aprendemos a falar?

Quando aprendemos a elaborar frases?

Quando aprendemos a apontar para as coisas?

Exatamente! Quando ainda estamos dentro da barriga. Aqueles chutes, movimentos e “barulhos” que um bebê faz, são maneiras de se comunicar com o mundo do lado de fora.

Então, podemos dizer que nascemos nos comunicando, aquele choro na saída quer dizer algo!

Existem muitos estilos de comunicação. A verbal, escrita, oral, não- verbal, visual, digital, interpessoal, intrapessoal. A maneira de se vestir, falar muito, falar pouco, expressões faciais, linguagem corporal, ou até mesmo não falar nada, são maneiras de nos expressarmos.

A partir do momento que existe a compreensão pela parte do receptor da informação transmitida pelo emissor, temos comunicação. Quando ela não é compreendida, temos uma falta de comunicação, que na maior parte das vezes é causada pelo emissor da informação.

Ele é o responsável por formular da melhor maneira a informação que está tentando passar. Para isso é necessária a compreensão das suas próprias emoções, sentimentos e pensamentos, e então comunicá-las da melhor forma possível.

Mas se nos comunicamos desde que nascemos, por que muitas pessoas têm dificuldades ao se expressarem, ao ponto de a comunicação ser um dos principais problemas de uma corporação, de um relacionamento, seja entre pais e filhos, líder e colaboradores, governo e cidadãos?

Bom, essa pergunta pode ter várias respostas dependendo do ambiente. Não existe uma fórmula mágica e sim o autoconhecimento, identificando os pontos fortes e os fracos da comunicação pessoal.

Vamos enfatizar na comunicação interna das empresas, uma reclamação muito frequente dos nossos clientes.

Uma comunicação falha pode causar muitos problemas internos, como:

  • Falta de alinhamento;
  • Má interpretação de informações;
  • Atraso na entrega de projetos;
  • Frustração com os colaboradores;
  • Turnover alto como consequência, entre outros;

Esses são apenas alguns exemplos em que uma comunicação falha pode resultar.

Sabendo disso, empresas procuram treinamentos e especializações para seus colaboradores, com o intuito de diminuir essa deficiência e aumentar a produtividade e os resultados, consequências de uma boa comunicação interna.

Seguida de:

  • Mais eficácia em momentos de mudanças;
  • Desenvolvimento de líderes para servirem como exemplo;
  • Intensificação da cultura da empresa;
  • Mais assertividade no alinhamento dos projetos;
  • Aumento da vontade de se expressar de cada indivíduo, trazendo novas ideias para inovação.

Essas e outras melhorias vêm acompanhadas de uma comunicação consistente, que deve partir tanto do topo da empresa, quanto do líder de cada setor, que são porta-vozes daqueles e responsáveis por uma equipe de colaboradores, podendo fazer a diferença no seu próprio setor, servindo de exemplo para outros, caso o topo da empresa não enxergue a comunicação como um fator importante.

Existem diversas maneiras de adotar uma nova postura para esse problema. Tanto individual, quanto em grupo, é importante trabalhar as mudanças diariamente, criando hábitos que evoluam com o passar dos projetos. De qualquer maneira, antes de melhorar a comunicação em grupo, cada indivíduo pode focar na sua própria, estando consciente das habilidades a serem desenvolvidas e as que já são dominadas por ele.

A postura de um líder referente à comunicação com os seus colaboradores deve ser adaptada conforme o receptor da informação. É muito importante que ele entenda que cada indivíduo é único e deve ser tratado de maneira diferente, não com valores e regalias, mas com as facilidades e dificuldades de compreensão de cada um.

Seguem simples dicas que ajudam em uma comunicação mais eficaz:

  • Olho no olho;
  • Preparação;
  • Ouvir o que o outro tem para falar prestando atenção;
  • Interesse genuíno + empatia;
  • Dominar suas habilidades e usá-las a seu favor;
  • Objetividade;

A questão é que, melhorando a comunicação, todos os setores tendem a gerar mais resultados conforme são aperfeiçoados, através principalmente de feedback genuíno, uma das ferramentas mais importantes, se não a mais importante para a compreensão e entendimento do que são problemas e o que são soluções.

Lembrando que existe uma diferença entre líderes homens e mulheres. Não que um seja melhor que o outro, mas, com certeza, possuem habilidades diferentes para liderar. E por serem  habilidades, significa que tanto um quanto o outro podem aprendê-las e desenvolvê-las conforme sentirem-se ineficientes em alguma delas.

Pesquisas mostram que os homens tendem a ser melhores em tomadas de decisões e soluções de problemas, enquanto as mulheres são melhores nos relacionamentos, tendo interpretações mais assertivas dos sentimentos e emoções do outro, seja um colaborador, ou até mesmo um cliente.

Isso pode ser explicado olhando para o começo da nossa história, quando o homem era responsável pela caça e segurança da família, exercitando o seu cérebro para rápidas soluções no caso de perigos ou ameaças.

Já a mulher era mais responsável pela criação e interação com as crianças, convivendo mais tempo com as situações que incluem conversa e interpretação de sentimentos e emoções, tendo facilidade de identificar problemas em um pequeno desvio de tom de voz. Com isso, o cérebro feminino se desenvolveu dessa maneira, porém, isso não quer dizer que um ou o outro não faça o papel inverso, estamos falando apenas da facilidade que ambos apresentam, baseado na nossa história.

Com esse entendimento, fica claro que o equilíbrio entre os dois gêneros seria a combinação perfeita para uma comunicação mais eficiente, mas não é possível cada setor ter um líder de cada, por isso a necessidade de ambos desenvolverem essa habilidade.

Pensou que não falaríamos de Accountability? Ah! Aqui vamos nós!

Com a Accountability aplicada, boa parte desse problema pode ser resolvido. Os 10 comportamentos que exemplificam a Accountability, se trabalhados constantemente, podem resultar em um aumento bem visível na eficácia da comunicação.

Para aqueles que já conhecem o termo e seus comportamentos, devem ter reparado que falamos de Accountability quase o tempo todo neste artigo, sem citar a palavra, pois, como dito antes, ela é apenas uma palavra nova para um conceito antigo.

O fato de tomar a responsabilidade para si e querer resolver um problema de comunicação é Accountability. Pensar e agir como o dono desse problema, encontrando soluções é Accountability. Estar alerta e identificar o problema de comunicação é Accountability. Ter coragem de trazer o assunto para discussão, ouvir a opinião dos outros genuinamente e arcar com as consequências é Accountability. Ser transparente tanto com os colaboradores, quanto com quem está acima é outro comportamento da Accountability.

Quer dizer, você sabe mais sobre Accountability do que imaginava. Confira aqui os 6 benefícios que a Accountability pode agregar na sua vida.

Basta ligar os pontos e colocar em prática essas melhorias. Se precisar de ajuda, estaremos aqui de prontidão, para isso que esses conteúdos servem. Para sustentar nossos conceitos e fortalecer o seu conhecimento no assunto.

Não deixe para depois a aplicação desta virtude na sua empresa, pois terá uma utilidade vasta, podendo ser aplicada em qualquer área da vida. Ser Accountable é estar mais próximo da excelência, de fazer um trabalho ótimo para si e consequentemente para os outros. Faz parte da evolução do ser no meio em que vive.

Como Amyr Klink escreveu na contracapa do livro “ Accountability - A evolução da responsabilidade pessoal ”:

“ Este livro, Accountability, é sobre uma responsabilidade maior e universal. Algo muito importante para o Brasil, país de tantas qualidades e talentos, onde ainda é rara a atitude de formar para transformar, de fazer do próprio êxito, caminho para o êxito do próximo, de apostar no mérito das pessoas de um negócio, para fazê-lo maior e longevo. “

Curiosidade:

Você já deve ter ouvido falar, ou mesmo percebeu no dia a dia, que mulheres falam mais do que os homens. Será verdade, ou mito? Pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que não passa de um mito.

Depois da publicação de um livro chamado “O cérebro feminino”, escrito pelo neuropsiquiatra Louann Brizendine em 2006, que dizia que as mulheres falam em média 20.000 palavras por dia, contra 7.000 dos homens, outros pesquisadores se manifestaram com experimentos comprovando que não é verdade, que os dois sexos falam em média o mesmo número de palavras por dia, com um número bem pequeno de diferença, quase irrelevante.

Lembrando que isso varia de pessoa para pessoa, não dá para generalizar por gênero, entretanto, no mundo corporativo vemos mais homens no topo do que mulheres, devido a nossa história, quando, há algumas décadas, às mulheres não eram nem permitidas a trabalhar fora de casa. Número que vem se equilibrando cada vez mais com a evolução da nossa espécie. E, sem dúvida, precisamos desse toque feminino nas empresas.