Case Condor: como transformar o conformismo em resultados na sua empresa com AccountabilityMais do que um simples ato de "deixar para depois", a procrastinação está ligada a desconfortos e fatores emocionais que nos impedem de começar ou terminar uma tarefa, gerando impactos em nossa performance, frustrações quanto ao cumprimento de metas e um ciclo que pode culminar em uma mentalidade de conformismo e resignação. No ambiente corporativo, como é possível imaginar, a procrastinação tem, entre seus efeitos, a baixa performance, motivação e, consequentemente, um nível de entregas que distancia as empresas da excelência necessária para o alcance de seus objetivos estratégicos. Dentro desse contexto, um relatório de 2022 conduzido pela Reclaim.ai apontou que apenas 12% dos profissionais brasileiros são totalmente produtivos no trabalho. E um dos motivadores para tal cenário envolve a procrastinação que alcança, inclusive, as lideranças: dados divulgados pela Robert Half em uma pesquisa com CFOs indicaram que 32% confirmaram procrastinar atividades de sua área em virtude de distrações do dia a dia. Mas como mudar esse cenário? Para investigar o tema da procrastinação e do conformismo nas empresas (e como vencer esses desafios), no último dia 1° de março, a Accountability Academy convidou o executivo Lahyre Cardoso – diretor de vendas da Condor S/A – para um papo com João Cordeiro (fundador da Accountability Academy e precursor do tema da Accountability no Brasil), mediado por Débora Zonzini (Head da Accountability Academy), sobre o papel das virtudes accountable enquanto ferramentas para a construção de carreiras bem-sucedidas, aumento na produtividade e geração de resultados nas organizações. Confira os principais insights da conversa e aplique em seus negócios!  

Entendendo aonde você quer chegar

Com quase 100 anos de história, a Condor S/A foi fundada em 1929 soube manter, concomitantemente, a tradição que a transformou em uma das líderes na produção de escovas dentais e de cabelos, vassouras, pincéis e produtos para higiene bucal, com a inovação necessária para se adaptar e liderar transformações importantes no mercado. E a geração desse legado está diretamente conectada a uma das observações centrais de Lahyre Cardoso durante o webinar: "todo profissional e toda empresa precisa entender para onde você quer ir e aí o resultado é consistente. O resultado é para sempre, ele fica e não vai embora. Temos de ter em mente também que o que mais importa nesse processo é o desenvolvimento, a constância, e como em uma viagem de trem, a cada estação, você fica mais próximo do seu destino”. Ele explicou ainda que, ao ter essa clareza sobre o destino e a jornada até às metas, o processo para vencer a ansiedade e a procrastinação se torna cada vez mais fortalecido, esclarecendo ainda que a Accountability –implementada em anos de formação e parceria com a Accountability Academy – foi determinante para que o executivo superasse os primeiros desafios da sua carreira, moldando a sua mentalidade no sentido da excelência.  

Implementando o senso de urgência

Lahyre Cardoso também ressaltou que as virtudes da Accountability foram essenciais na construção do senso de urgência que perpassa sua atuação e modelo de gestão de equipes, em diferentes empresas pelas quais atuou. "Não podemos ter medo de metas, quando começamos uma atividade – e, principalmente, quando lideramos um grande processo de transformação, sempre haverá resistência e obstáculos a serem vencidos. É importante deixar a estratégia clara e mostrar que aquele ganho de eficiência, aquele prazo mais enxuto, não só é possível, como nos levará ao ponto em que desejamos chegar.” Segundo o executivo da Condor, tudo isso também passa pela Accountability, no processo de dar responsabilidade aos colaboradores, entendendo o contexto de cada indivíduo, mas sem abrir mão de uma cultura focada em resultados. Além disso, ele também falou sobre como a Accountability é essencial para educar e engajar as equipes.  

Accountability na carreira: vencendo a procrastinação e gerando resultados

Passando por grandes cases de sua carreira – incluindo uma ampla transformação nos processos de distribuição da Nestlé que culminaram em ganhos expressivos e mudanças estratégicas em sua trajetória – Lahyre Cardoso frisou que, para vencer a procrastinação e transformar conformismo em alta performance, cada profissional precisa carregar o senso de dono em suas carreiras. João Cordeiro reforçou essa visão, apontando que, "quando você é o dono da sua carreira, você irá querer trazer performance. Ou você constrói performance, ou vai ser frágil e, no mercado, perdemos relevância. O senso de dono, nesse sentido, é fundamental e ele deve partir das lideranças que precisam estimular a Accountability, afinal, para que um projeto seja bem-sucedido, ele depende de muitas iniciativas próprias e proatividade contínua". Quer fazer como Lahyre Cardoso e impulsionar a excelência em sua carreira durante toda a sua jornada profissional? Então não deixe de conhecer os cursos Accountable Leader e Accountability 4All da Accountability Academy. Com nosso apoio – e sua iniciativa de transformação – a Accountability pode se tornar a base estratégica para que você alcance a produtividade e os resultados que merece, superando definitivamente a procrastinação e o conformismo!      3 desafios a serem superados na implementação da Accountability na sua empresaQue a Accountability pode ser um divisor de águas para a cultura de uma organização, parece não haver maiores dúvidas. Para além dos impactos positivos no senso de responsabilidade, compromisso moral com os bens tangíveis e intangíveis de uma empresa, maiores níveis de colaboração e da superação das desculpas que atrasam nosso desenvolvimento pessoal e profissional, a Accountability está diretamente ligada ao alcance dos resultados estratégicos de uma corporação. Sobre esse ponto, a McKinsey já computou que empresas com um índice elevado de Accountability (e de outras variáveis ligadas a liderança e gestão) geram retornos totais aos acionistas 3 vezes maiores ao longo do tempo do que negócios não sustentados por tais práticas. Em outras palavras: ser accountable pode triplicar a excelência e os retornos financeiros de um negócio. Mas a Accountability é uma virtude que, como tal, depende do comprometimento e interesse de colaboradores, lideranças e da alta gestão de uma empresa em investir nessa jornada de transformação cultural que não se constrói do dia para a noite. Neste artigo, destacamos três desafios importantes que precisarão ser vencidos dentro dessa trajetória. Confira abaixo quais são eles!  

1. Vencer a Desculpability

Todos nós temos uma desculpa para mudar, afinal de contas, um processo de transformação leva tempo, exige esforços, foco e visão de longo. Assim como uma nova habilidade, a Accountability é uma virtude que precisa ser aprendida, internalizada e praticada para que seus benefícios sejam observados de modo objetivo e quantificável.  

2. Conectar a Accountability com resultados e processos

E por falar em prática, do ponto de vista das organizações, para que a Accountability, de fato, seja um mecanismo de sustentação para uma cultura forte, comprometida e de excelência, ela deve ser integrada aos processos de gestão de pessoas, seja por meio de reuniões, treinamentos ou leituras e práticas específicas com foco na difusão dos princípios accountable. Nesse mesmo sentido, para que as lideranças convençam a alta gestão acerca da importância da Accountability, ela precisa ser atrelada aos resultados e exemplos de transformação que ela poderá gerar para uma empresa no decurso do tempo.  

3. Entender que a Accountability não é uma “moda passageira”

Finalmente, é preciso entender que a Accountability não é apenas uma tendência em alta no mercado: ela é evolução da responsabilidade e uma demanda que se liga a um novo momento de um universo corporativo que exige mais transparência, compliance e conformidade no relacionamento com colaboradores, stakeholders, agentes internos e externos ao ecossistema de uma corporação. Na Accountability Academy, você pode contar com todo o suporte que sua empresa precisa para trilhar uma jornada de transformação cultural sustentada por princípios sólidos de Accountability. Por meio de nossos cursos Accountability 4All e Accountable Leader, os gestores terão os instrumentos-chave para difundir valores como a responsabilidade, senso de dono e proatividade em todos os níveis de sua empresa. Além disso, disponibilizamos ferramentas de sustentação exclusivas para que a Accountability faça realmente parte da cultura do seu negócio. Para saber mais, acesse nosso e-book exclusivo com um guia definitivo para implantar uma cultura Accountability na sua empresa e lembre-se: a Accountability é uma rota estratégica para fortalecer a cultura das organizações.      Case Prosegur: os efeitos positivos da Accountability para as liderançasQuais os impactos concretos da Accountability na cultura de uma empresa? Essa é uma pergunta muito comum quando executivos e lideranças começam a pesquisar sobre a perspectiva accountable e desejam se aprofundar no tema, de modo a implementar os preceitos do senso de dono e do protagonismo nas organizações em que atuam. Para analisar esse importante questionamento, recentente relizamos um webinar exclusivo, mediado por Débora Zonzini – Co-owner da Acountability Academy, e como convidados, o diretor de RH da Prosegur, Marcelo Rucker, que dividiu com João Cordeiro – sócio-fundador da Accountability Academy, especialista em liderança e primeiro pesquisador do país a abordar o tema em publicações no Brasil – a experiência de sucesso e os benefícios que a empresa colheu a partir do curso Accountability 4All. Neste artigo, dividimos os principais insights desta conversa. Acompanhe a leitura e conheça, definitivamente, alguns dos principais efeitos da Accountability para a cultura e para a atuação dos líderes de um negócio!  

Um divisor de águas

Com quase 50 anos de história, a Prosegur é uma multinacional espanhola que atua em diversas frentes de segurança – da logística de valores a proteção patrimonial – com presença em quatro continentes e que tem no Brasil um de seus principais eixos operacionais. Com quase 40 mil colaboradores no país, aproximadamente 2 mil lideranças, a companhia conta com escritórios em todos os estados da federação e aproximadamente 4 mil municípios. Segundo Marcelo Rucker, estimular a cultura do protagonismo entre as lideranças foi um dos principais motivadores que fizeram a área de recursos humanos da Prosegur buscar o aprofundamento nos conceitos da Accountability. "Implementar esse projeto com o apoio da Accountability Academy foi um divisor de águas para a Prosegur. Quando levamos em conta o tamanho de nossa estrutura no Brasil, se você não acreditar na cultura do protagonismo, a operação não funciona. Não basta simplesmente trabalhar na lógica do “comando e controle”. A empresa já possuía uma disciplina muito forte – necessárias para se trabalhar com segurança. Mas o protagonismo precisa ser o cerne dessa mentalidade e, após a imersão nos valores da Accountability, uma transformação cultural profunda e positiva pode ser percebida rapidamente", comentou Rucker na conversa com João Cordeiro.  

Os desafios e a necessidade de mudança

E uma transformação cultural verdadeira, sem dúvidas, só se constrói com a participação ativa das lideranças de uma empresa. Sobre esse ponto, além da questão complexa relacionada ao porte estrutural da Prosegur no Brasil, Marcelo Rucker dividiu no webinar um desafio importante que pode ser vencido a partir do fortalecimento da Accountability na cultura da empresa. “Nós percebíamos uma lacuna na capacidade de gerir das lideranças relacionada, sobretudo, à responsabilidade. Determinado projeto não acontecia por causa de fulano, de sicrano, das condições externas. Havia, nesse sentido, um processo de transferência de responsabilidade muito comum na empresa. Com o curso, ampliamos a potência de protagonismo de nossos líderes e, por extensão, de nossas equipes”, explicou Rucker.  

Os efeitos positivos da Accountability

Resumindo alguns dos impactos positivos do programa na empresa, o diretor de RH da Prosegur acrescentou ainda que, por meio da Accountability: - Os líderes passaram a identificar atitudes de Desculpability e assumir mais responsabilidade nos projetos; - O nível de resolução de problemas (ao invés de simplesmente identificar falhas) aumentou na empresa; - Maior agilidade na condução de atividades, projetos e iniciativas; - Maior colaboração e envolvimento; - Ganho de protagonismo e em proatividade dos líderes e colaboradores. João Cordeiro frisou ainda que um dos objetivos da Accountability é, justamente, combater e transformar desculpas em um novo modelo mental de busca por soluções que ampliam a criatividade, inovação e a geração de mudanças realmente positivas nas empresas. E, se assim como a Prosegur, sua organização deseja impulsionar e fortalecer os valores do protagonismo e do senso de dono na cultura do negócio e entre seus líderes, não deixe de conhecer os cursos Accountable Leader e Accountability 4All da Accountability Academy. Dê esse passo, supere as desculpas e explore todo o potencial de crescimento da sua empresa!    Responsabilidade tradicional X Accountability: entenda as diferenças e escolha o modelo ideal para sua empresaA eficácia de uma organização muitas vezes está atrelada à sua capacidade de estabelecer e gerenciar responsabilidades. Neste artigo, exploraremos as nuances de cada abordagem, ajudando você a entender as diferenças e a escolher qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.  

O que é Accountability?

Antes de mergulharmos nos modelos, é crucial entender o conceito de accountability. Em termos simples, accountability refere-se à responsabilidade (de dentro pra fora)  de  indivíduos para o cumprimento de tarefas, alcance de metas e prestação de contas pelos resultados, que tem como objetivo garantir mais transparência  

O conceito da responsabilidade: a Pirâmide Tradicional

No modelo tradicional de responsabilidade, a estrutura organizacional se assemelha a uma pirâmide, com a autoridade fluindo de cima para baixo. Este é um modelo clássico e antigo de gestão, onde líderes e gestores detêm a maior parte da autoridade, tomando decisões estratégicas e estabelecendo metas. Este modelo tradicional cria uma clara hierarquia dentro da organização, onde cada nível é responsável por cumprir as diretrizes definidas pelos superiores.  

Características principais

1. Cadeia de Comando Clara: A responsabilidade é distribuída de forma hierárquica, com líderes e gestores definindo metas e direcionando a equipe para alcançá-las. A cadeia de comando é clara e bem definida. 2. Decisões Top-Down: As decisões estratégicas fluem de cima para baixo. Os líderes estabelecem as diretrizes e os membros da equipe são encarregados de executar as tarefas conforme as orientações recebidas. 3. Responsabilidade Delimitada: Cada nível na hierarquia tem responsabilidades específicas e é responsável por prestar contas pelos resultados em sua área designada. A accountability é claramente delimitada. 4. Estrutura Organizacional Estável: Este modelo tende a criar uma estrutura organizacional estável e previsível, facilitando a gestão eficiente de recursos e o cumprimento de objetivos de curto prazo.  

Vantagens do Modelo Vertical

1. Tomadas de Decisão Rápidas: As decisões são tomadas de maneira eficiente, uma vez que a autoridade está concentrada nos líderes. 2. Hierarquia Clara: A estrutura hierárquica clara facilita a compreensão da cadeia de comando e das responsabilidades individuais. 3. Conformidade e Consistência: Esse modelo é muitas vezes associado a maior conformidade com políticas e procedimentos, promovendo consistência nas operações.  

Desafios do Modelo Vertical

1. Falta de Flexibilidade: Pode ser menos adaptável a mudanças rápidas no ambiente de negócios devido à rigidez da hierarquia. 2. Menos Inovação Bottom-Up: A inovação muitas vezes se origina de níveis inferiores, e um modelo vertical pode limitar a contribuição dessas camadas. 3. Comunicação Limitada: A comunicação pode ser filtrada ao passar por diferentes níveis hierárquicos, levando a possíveis distorções de informações. Esse modelo de controle e responsabilidade é eficaz em situações onde a conformidade, consistência e rapidez na tomada de decisões são prioridades. No entanto, as organizações modernas estão cada vez mais explorando modelos híbridos que incorporam elementos de accountability horizontal para promover a agilidade e a inovação.  

Accountability: A Colaboração como Pilar

Diferentemente do modelo tradicional de responsabilidade, o accountability adota uma abordagem mais colaborativa, promovendo a responsabilidade compartilhada entre os membros da equipe, independentemente de suas posições na hierarquia organizacional. Este modelo incentiva a colaboração interdepartamental e busca distribuir as responsabilidades de maneira mais equitativa em todos os níveis da organização.  

Características principais

1. Colaboração Interdepartamental: A accountability horizontal enfatiza a colaboração entre diferentes departamentos e níveis hierárquicos. Os membros da equipe trabalham juntos para alcançar objetivos comuns. 2. Tomada de Decisão Coletiva: A tomada de decisão não é restrita aos líderes de topo. Em vez disso, é um esforço colaborativo, onde várias vozes contribuem para as escolhas organizacionais. 3. Responsabilidade Compartilhada: Todos os membros da equipe têm uma parcela de responsabilidade na consecução dos objetivos organizacionais. Não há uma concentração exclusiva de accountability nos líderes. 4. Flexibilidade e Agilidade: A estrutura horizontal é muitas vezes mais flexível e ágil, permitindo uma adaptação mais rápida a mudanças nas circunstâncias ou no mercado.  

Vantagens do Modelo Horizontal

1. Estimula a Inovação: A colaboração aberta promove a troca de ideias, favorecendo a inovação e a criatividade. 2. Engajamento da Equipe: A responsabilidade compartilhada cria um senso de propriedade entre os membros da equipe, aumentando o engajamento e o comprometimento. 3. Adaptação a Mudanças: A estrutura horizontal é muitas vezes mais adaptável a mudanças no ambiente de negócios, facilitando a rápida implementação de novas estratégias.  

Desafios do Modelo Horizontal

1. Comunicação Eficiente Necessária: A eficácia do modelo horizontal depende fortemente de uma comunicação clara e eficiente entre os membros da equipe. 2. Possível Ambiguidade de Responsabilidade: A distribuição igualitária de responsabilidades pode levar à ambiguidade sobre quem é responsável por quê, exigindo uma gestão cuidadosa. 3. Decisões Mais Lentas: A tomada de decisão colaborativa pode ser mais demorada, especialmente em organizações grandes. O modelo de accountability é especialmente eficaz em ambientes onde a inovação, flexibilidade e engajamento da equipe são prioritários.  

Conclusão

A escolha entre o modelo de tracional e Accountability deve ser feita considerando a natureza do negócio, a cultura organizacional e a estratégia de crescimento. Mas, não é por acaso que os valores da Accountability têm gerado cada vez mais interesse, e vem sendo adotado nas empresas no Brasil e no mundo.    Você lidera pelo medo? O papel do líder accountable diante das desculpas da equipeVocê já parou para pensar no quanto é comum, em nosso dia a dia, assimilarmos um sentimento de culpa diante de um erro? Dentre as diversas razões que compõem a formação da psique de cada um de nós, enquanto indivíduos, isso também ocorre porque, na estrutura cultural de nossa sociedade, errar ainda é considerado, em muitos contextos, unicamente como uma fonte de julgamento moral e reprimenda – ao invés de um caminho para o aprendizado sobre responsabilidade e entendimento sobre os pontos em que precisamos evoluir. No entanto, uma cultura de culpabilização e medo, longe de extrair o melhor dos indivíduos, gera efeitos negativos que ganham escala no modelo mental da desculpability: por temer a desaprovação e a falta de apoio do outro para que possamos fortalecer processos de maior autonomia e conscientização; adotamos as desculpas como um mecanismo de fuga que limita nossa capacidade de nos responsabilizamos sobre nosso próprio destino, erros, aprendizados, resultados e conquistas. Ao mesmo tempo, aquele que se culpabiliza – e tem dificuldades em se responsabilizar –, geralmente tende a reproduzir o comportamento de "apontar o dedo" para as falhas de colegas, líderes ou mesmo para as condições externas. Em um ciclo que se repete, a culpa é sempre do outro ou do ambiente quando nos defrontamos com o insucesso. E, naturalmente, como empresas são antes de tudo ecossistemas humanos, as mentalidades da culpabilização e do medo se reproduzem com muita facilidade no ambiente corporativo. Quem nunca teve, por exemplo, um líder centralizador, que impunha o medo como uma forma de supostamente conquistar o respeito de suas equipes? Quem já atuou em cenários semelhantes sabe, no entanto, que a tendência é a desmotivação e a construção de equipes sem autonomia, protagonismo e proatividade – pilares centrais da geração de resultados, da criatividade e da inovação nas empresas. Mas, mais do que rememorar situações passadas, o que você deve se perguntar é se aqueles ambientes não influenciaram, de algum modo, seu próprio comportamento como líder. Será que você também não lidera pelo medo ou reproduz comportamentos de culpabilização que estão aumentando os níveis das “eternas desculpas” que se refletem em baixos resultados nas suas equipes? Se estiver enfrentando desafios semelhantes, saiba que há uma via estratégica para vencer esse cenário: a accountability.  

Um líder accountable lidera pelo exemplo, não pelo medo

A accountability é uma virtude que permite que qualquer pessoa possa romper com crenças limitantes ligadas ao medo, justamente porque os indivíduos adotam uma mentalidade de dono – tanto de si, quanto dos ambientes/empresas em que atuam e convivem. Nesse sentido, são indivíduos responsáveis e que entendem o impacto de suas ações, sem que, para isso, precisem entrar numa espiral de culpa – pelo contrário, ser responsável é ter autonomia, ser capaz de aprender com os erros e de conquistar seus objetivos. Um líder accountable, por sua vez, transmite esses valores para suas equipes através da inspiração, exemplo e de práticas que reforçam a accountability na cultura da empresa. Os benefícios, por sua vez, são os mais variados – da colaboração (ao invés da culpabilização), passando pela transparência, geração de resultados e independência. Se você quer fortalecer virtudes accountable em sua liderança, conheça os cursos da Accountability Academy e se livre – sem medo – das desculpas, aprendendo a liderar pelo exemplo, pois, como dizia o filósofo alemão, Albert Schweitzer, "dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros. É a única."  Protagonismo pessoal: como alavancar a sua carreira de liderançaVamos refletir por um momento sobre um cenário no qual você é capaz de superar obstáculos e conquistar os principais objetivos da sua carreira. Um contexto no qual você pode se tornar o líder inspirador e capaz de engajar suas equipes na busca por resultados com propósito, responsabilidade e com o suporte de um ecossistema corporativo ético e que valoriza experiências profissionais positivas. Conseguiu imaginar? Pois saiba que essa é a realidade de lideranças e talentos ao redor do mundo que conseguiram vencer, por meio da accountability, os bloqueios que nos impedem de adotar uma mentalidade proativa, inspirando e engajando suas equipes sob essa questão. Líderes accountables, afinal de contas, são aqueles que arriscam com coragem, sem jamais perder o entendimento sobre o impacto de suas ações e mantém seu foco no desempenho de sua equipe e nos resultados de uma empresa, Com sua influência e senso de colaboração, eles estimulam seus times a buscar a alta performance, lidando assertivamente com as desculpas e eventuais desvios de condutas, de forma a contribuir para o desenvolvimento de todos. Em suma, com a accountability – útil para empreendedores e intraempreendedores em todos os níveis de uma organização –  passamos a encarar os desafios e percalços que fazem parte de qualquer jornada profissional, como fontes de aprendizado capazes de nos fornecer habilidades que nos tornarão mais resilientes, estratégicos e emocionalmente preparados para os mais diversos cenários que surgem no dia a dia daqueles que conduzem as transformações disruptivas do mercado e das empresas. Para tanto, o primeiro passo a ser dado envolve a liderança de si próprio: devemos aprender a nos transformar de dentro para fora, identificando as barreiras e crenças que estão afetando nosso desempenho, a importância do desenvolvimento do senso de dono moral nas organizações e até aquilo que aprendemos no decorrer de uma carreira e que, muitas vezes, deixamos para trás por insegurança ou falta de iniciativa. Nesse processo de transformação, há também um movimento genuíno de abertura para novos conhecimentos que nos auxiliarão a alavancar nossa carreira, sem que tenhamos que depender excessivamente de condições externas. Lembre-se: pessoas e ambientes corporativos positivos são mais do que bem-vindos, mas eles só serão alicerces para o desenvolvimento daqueles que tiverem o perfil de protagonismo para aproveitar oportunidades, o desejo pelo aprendizado e a abertura para a transformação. Se você está interessado em trilhar esse processo no qual você será o verdadeiro protagonista da sua história e o responsável pelo sucesso da sua carreira, te convidamos a se inscrever no curso EAD Accountable Leader, no qual, ao longo de 20 horas de conteúdo intensivo e imersivo, profissionais que querem se aperfeiçoar em sua liderança ou até mesmo se preparar para uma posição gerencial diferenciada, poderão trilhar um caminho completo para desenvolver e reforçar os princípios da accountability em suas atuações. A partir do curso, atuais e futuros líderes poderão: ● Tornarem-se mais produtivos e geradores de resultados estratégicos; ● Assumir a proatividade fundamental para tomadas de decisões, identificação de oportunidades e resolução de problemas; ● Atuar de modo colaborativo, com transparência e ética. O que você está esperando para liderar a construção de sua carreira e se diferenciar em relação a outros líderes com resultados consistentes e surpreendentes?  Por que o senso de dono é tão requisitado nas empresas?O senso de dono é uma das virtudes mais buscadas nas empresas em tempos nos quais os debates sobre governança, compliance e ESG não cessam também em avançar dentro do ambiente de negócios brasileiro e global. Essa busca se justifica também enquanto uma resposta objetiva para uma demanda de mercado: hoje, a maior parte dos consumidores exige um posicionamento claro e transparente das marcas, se preocupando com os valores que sustentam os negócios de uma companhia. De acordo com uma pesquisa da Accenture, por exemplo, 77% dos consumidores brasileiros dizem que suas decisões de compra são influenciadas pelos valores éticos e autenticidade das empresas. Além disso, uma organização estruturada a partir de uma perspectiva de responsabilidade por parte de seus colaboradores e lideranças tende a correr menos riscos de sofrer com desvios corporativos, atos de corrupção e, consequentemente, elas fortalecem relações de confiança com parceiros e stakeholders, aumentando ainda seu potencial de atração de investimentos. Com todo esse contexto, não é por acaso que os valores da Accountability – dentre os quais, o senso de dono é abarcado – tem gerado cada vez mais interesse de empresas no Brasil e no mundo, ao passo que muitos líderes estão investindo em programas educacionais para efetivar virtudes accountables nos negócios. Em sua essência, estamos falando de um novo momento do mercado pôr no qual companhias têm interesse em estruturar modelos organizacionais mais éticos e capazes de difundir a responsabilidade (e os processos de responsabilização) em todas as camadas de um negócio – das equipes operacionais às lideranças. Não por acaso, em um estudo global conduzido pela Lee Hecht Harrison, foi revelado que, para mais de 72% dos entrevistados do universo corporativo, a Accountability é uma demanda essencial para as organizações. No entanto, a mesma pesquisa revela um gap entre intenções e práticas assertivas, uma vez que somente 37% dos participantes do levantamento afirmaram estar satisfeito com o nível de Accountability apresentado pelos seus líderes. Mudar esse cenário é um passo crucial para o sucesso das organizações em uma economia que, como vimos, cobra transparência e uma postura ética das empresas. Pensando nisso, a Accountability Academy preparou um novo e-book exclusivo e gratuito, no qual apresentamos um "mapa" com 5 passos para auxiliar empresas no processo único e transformador da implantação de uma mentalidade guiada pelo senso de dono. Ao dar esse passo, certamente, será possível colher uma série de benefícios determinantes para o sucesso em um ambiente mercadológico no qual a responsabilidade corporativa não é apenas um diferencial, mas uma exigência para o presente e futuro das organizações. Accountable Leader: como a Accountability está revolucionando o modelo de liderança nas empresasGuiadas por um ambiente mercadológico e de consumo que cobra, de modo cada vez mais incisivo, um senso claro de responsabilidade corporativa por parte das organizações, vemos hoje corporações do Brasil e do mundo em busca de consolidar culturas nas quais a prestação de contas, transparência nas relações e o protagonismo em assumir uma postura ética façam parte da mentalidade de todos os colaboradores de uma empresa. Esses passos são extremamente positivos e demonstram uma preocupação genuína do ambiente de negócios nacional em firmar controles e uma estrutura organizacional que, não só, minimiza riscos nas mais diversas frentes – do relacionamento com órgãos legais e fiscalizatórios a gestão dos recursos financeiros de uma empresa –, mas também transmite um posicionamento de confiabilidade para o mercado, stakeholders, clientes e investidores. No entanto, eles sozinhos não bastam: cada colaborador de uma empresa precisa carregar consigo as virtudes morais que façam com que ele haja com responsabilidade, entendimento dos impactos de suas ações e com protagonismo para assumir tarefas, gerar resultados e contribuir em suas equipes – sempre de acordo com princípios éticos e transparência. É aí que entra o papel do líder e, especialmente, do "Accountable Leader" – aquele executivo ou gestor que entende, justamente, que ele deve ser o primeiro a dar o exemplo nos processos de prestação de contas, proatividade, colaboração e agindo enquanto um dono moral que se preocupa, concomitantemente, em zelar pelo futuro de uma organização e pelo desenvolvimento de seus times. Por sua vez, quando a Accountability ganha sustentação nas diferentes áreas de uma empresa, o hall de políticas relacionadas a governança, compliance, segurança e ESG – cujas demandas, como vimos, crescem no mercado – terão caminhos mais abertos e muito mais chances de prosperar e criar raízes nas organizações. Foi pensando nesse papel central dos líderes enquanto vetores da Accountability, que lançamos o curso "Accountable Leader"! Ao longo de 20 horas de conteúdo intensivo e imersivo, líderes e profissionais que estão se preparando para assumir um cargo de gestão poderão trilhar uma jornada completa para desenvolver e reforçar os princípios da Accountability em suas atuações. Por meio do curso, será possível também trabalhar estratégias de comunicação e o poder da influência que os líderes exercem no processo de implantação da Accountability em uma empresa. Desenvolvido exclusivamente pela Accountability Academy, o curso tem duração de 10 semanas e você pode começar a hora que desejar e conduzir no seu próprio tempo, já que o formato é EAD para dar mais liberdade aos participantes. Dê esse passo, e se torne o líder accountable que o mercado precisa!    Accountability na vida corporativa: como eliminar desculpas e alcançar seus objetivosEm sua vida corporativa, certamente você já deve ter convivido com colegas ou mesmo líderes com dificuldades para assumir maiores níveis de responsabilidade sobre um desafio, problema ou demanda da empresa, não é mesmo? É comum, aliás, que nós mesmos sigamos pela rota das desculpas – seja quando interrompemos nossas atividades e sofremos com a procrastinação; quando nos tornamos alheios ou buscamos caminhos que nos impedem de enfrentar um problema; e acabamos, por fim, encontrando nas desculpas um mecanismo para "aliviar a pressão" na qual, não raro, nos colocamos por conta própria. Fato é que, em um mundo não tão binário, há muitas razões que justificam a entrada no processo da "Desculpability" e isso, naturalmente, se reflete em nosso dia a dia profissional. "Eu não sabia dessa informação"; "Não recebi o contato do meu chefe”; "Isso não é minha responsabilidade"; "Esse processo sempre foi feito dessa forma". Esses são apenas alguns dos exemplos clássicos das desculpas usadas no meio corporativo que refletem um modelo mental que se sustenta a partir de hábitos e costumes de nossa sociedade e sem que, muitas vezes, sejamos capazes de perceber quando agimos assim. Com isso, uma série de comportamentos vão se estruturando na cultura de uma organização e eles incluem:   1- A falta de proatividade – quando o profissional não demonstra disposição para identificar problemas e propor soluções (ao invés de apenas se queixar); 2- Culpabilização do outro/do meio – a responsabilidade pelo descumprimento de prazos, as falhas em processos e a baixa performance nunca é do próprio indivíduo, mas do líder que não mandou o e-mail, do trânsito, do cliente, do colega, etc.; 3- Falta de empatia e de compromisso com o ecossistema de uma organização – a pessoa que está imersa nas desculpas, como vimos, nem sempre nota que seu baixo desempenho afeta toda a sua equipe, colegas e sua própria jornada profissional.   Mas não se engane: todos nós, em maior ou menor grau, carregamos conosco camadas de Desculpability que são difundidas por meio da cultura, de nossa formação e históricos de vida, e o objetivo deste artigo não é criar um modelo empresarial punitivista – que coíbe o erro a todo custo. Na verdade, estruturas organizacionais que se pautam por essa filosofia tendem, não só, a bloquear processos criativos e a inovação, mas também a aumentar a lista de desculpas no negócio em virtude do "medo da punição". Não, a resposta para sair do círculo vicioso das desculpas está na introdução da Accountability na vida corporativa: que permite que lideranças e colaboradores não só reconheçam problemas, mas sejam capazes de superá-los e ir além do que se espera a partir de uma atitude proativa. A Accountability oferece também o senso de dono moral para um indivíduo, que passa a atuar de modo responsável e com transparência, genuinamente atento com os impactos de suas ações sobre colegas, meio corporativo, stakeholders e clientes. Só a partir da Accountability, é possível reconhecer quando estamos adotando desculpas como um mecanismo de fuga para nos ausentarmos do comprometimento com nossos objetivos, metas comuns e resultados que devemos entregar em uma empresa. Assim, gradativamente, o hábito da Desculpability é substituído pelas virtudes morais da Accountability até que elas se tornem novos modelos estruturantes de nossa consciência enquanto profissionais. Essa é uma jornada que se constrói a cada dia e que deve ser aprimorada continuamente, de preferência com o auxílio de lideranças que transmitem feedbacks concomitantemente honestos e empáticos. De preferência, o ideal é que os líderes busquem formações na área de Accountability, de modo que sejam capazes de transmitir esses valores na organização em que atuam. Na Accountability Academy, contamos com diferentes módulos e cursos que podem auxiliar você e sua equipe nessa busca. Com isso, as desculpas não serão mais pedras que se interpõem na rota dos objetivos de sua empresa e do desenvolvimento de seus colaboradores em prol da excelência. Desculpability e motivação: como o modelo mental afeta a realização de tarefasSão diversos os dados que comprovam o quanto a falta de motivação nas empresas se coloca como um dos principais obstáculos para o sucesso das organizações no mercado contemporâneo. Mas você sabia que esses impactos, em muitos casos, estão ligados ao modelo mental da Desculpability, no qual colaboradores e lideranças adotam mecanismos de fuga e desculpas constantes para não se responsabilizarem sobre seus resultados, ações e a condução de suas carreiras? Para termos uma perspectiva objetiva sobre o desafio da motivação nos negócios, uma pesquisa da Gallup com dados de 2022 apontou que somente 23% dos profissionais ao redor do mundo se sentem engajados com o trabalho. Por outro lado, em empresas com boas práticas de gestão de pessoas, os indicadores de motivação sobem para 72%, gerando benefícios que incluem desde a redução do absenteísmo até um aumento de 18% na produtividade e de 23% na proatividade. Para colher esses ganhos, um dos passos estratégicos que devem ser adotados pelas lideranças – os quais influenciam diretamente na motivação das equipes, segundo um levantamento recente da Robert Half – diz respeito ao trabalho de implantação e sustentação da Accountability na cultura das empresas. Como você poderá conferir neste artigo, a Accountability é uma virtude essencial para que o contexto cultural e clima de uma organização sejam permeados por princípios de produtividade, responsabilidade e transparência. Com isso, será possível eliminar de vez a Desculpability da realidade de sua empresa e formar times com talentos de alta performance.  

Desculpability e os impactos na motivação dos colaboradores

Imagine trabalhar diariamente com uma série de pensamentos limitantes que lhe "dizem" que você não é capaz de conquistar seus objetivos e o que o melhor a se fazer é adotar uma postura de distanciamento, evitando ao máximo se comprometer com qualquer projeto, regra ou resultado de longo prazo. Na Desculpability, prevalece a lei do mínimo esforço combinada com um excesso de individualismo que nos impede de enxergar o impacto de nossas ações sobre o esforço de nossos colegas e também como uma empresa deficitária acaba por diminuir as possibilidades de crescimento de nossas próprias carreiras. Infelizmente, em nossa sociedade, é muito comum que sejamos ensinados a adotar o comportamento evasivo de dar desculpas constantes, a normalizar o não-cumprimento de prazos e acordos e a de não perseguirmos nossos objetivos com uma atitude proativa. Assim, a Desculpability passa a fazer parte de nossa estrutura emocional e, nesse contexto, nada mais natural que tenhamos tantos colaboradores sem motivação nas empresas. Mas esse cenário pode mudar quando reconhecemos e desejamos vencer os bloqueios que impedem nosso desenvolvimento enquanto profissionais e pessoas engajadas com nossa própria evolução – e com a influência que exercemos nos ambientes em que atuamos. É aí que entra a Accountability.  

Accountability: um processo de transformação em prol do engajamento

De modo objetivo, a Accountability consiste em um conjunto de virtudes por meio das quais os talentos de todos os níveis de um negócio passam a internalizar um senso de dono moral nas empresas que os permitem, por sua vez, romper com crenças limitantes e se sentirem capazes de atingir metas, gerar resultados e se engajar com os objetivos de uma organização. Para tanto, as lideranças precisam, antes de tudo, reconhecer os padrões de Desculpability na empresa. Em seguida, é preciso incorporar, estimular e aprimorar continuamente as virtudes da Accountability até que esse novo modelo mental se torne um hábito na companhia. Finalmente, o último passo se dá quando os colaboradores passam a inspirar seu meio e influenciar positivamente colegas a partir de atitudes responsáveis, comprometidas e que favorecem a construção de um ambiente corporativo saudável e leve. Na Accountability Academy, oferecemos uma série de possibilidades para que as empresas fortaleçam uma cultura na qual a Accountability é um vetor para muitos benefícios, incluindo a motivação e o engajamento de times excepcionais. Que tal começar a deixar as desculpas de lado e vencer a Desculpability para impulsionar o crescimento da sua organização?